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As portas do inferno não prevaleceram… (3)

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Acima e abaixo, fotos da Igreja Reformada Francesa em Königsberg, na Alemanha (hoje Kaliningrado, na Rússia). Erigido entre 1733 e 1736, o templo serviu à comunidade huguenote local e, por isso, os sermões eram apenas em francês (os huguenotes eram então duramente perseguidos na França). Não obstante, sua construção foi financiada, em grande parte, pelo próprio rei Frederico Guilherme I da Prússia, calvinista,* em cuja presença a igreja foi dedicada, em 29 de julho de 1736.

No começo de 1817 passou a haver também pregações em alemão toda quarta semana do mês, mas em 1831 os sermões voltaram a ser exclusivamente em francês.

Porém, durante a Segunda Guerra Mundial, a edificação foi destruída. Com o território da Prússia Oriental anexado à União Soviética depois do conflito, a perspectiva de reconstrução do templo desapareceu: suas ruínas foram demolidas entre 1967 e 1968 por ordem do governo comunista da época. E a igreja desapareceu definitivamente.

Fonte: Wikipedia. Imagens: Wikimedia Commons.

* ATUALIZADO (08/06/2013 às 20h40).

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Bíblia de Genebra, ainda sem versão em português

Bíblia de Genebra

Edição de 1581 da Bíblia de Genebra. Créditos da imagem: Liam Quin (Wikimedia Commons)

Amado irmão leitor, graça e paz! Depois de um longo período de ausência, estou de volta para blogar, graças a Deus!

Hoje queria tratar de um assunto que tem me incomodado já há algum tempo. Refiro-me à comercialização em nosso País da bem conhecida Bíblia de Estudo de Genebra publicada pela Editora Cultura Cristã (ligada à Igreja Presbiteriana do Brasil) e pela Sociedade Bíblia do Brasil. Essa edição das Escrituras vem gozando de crescente aceitação entre o povo de Deus, e não apenas entre os reformados, que já abreviaram o nome dela para “Bíblia de Genebra”… E é aí que se faz necessário um esclarecimento.

Pois sabia o irmão leitor que essa “Bíblia de Genebra” NÃO é a versão portuguesa da célebre Bíblia de Genebra original inglesa? Isso mesmo: ela não é a tradução daquela edição tão querida dos reformadores e puritanos (confira aqui sua história). Se alguém quiser comprovar isso por si próprio, é só clicar aqui. Por outro lado, uma versão francesa (ainda incompleta) está disponível aqui.

Bem que a Editora Cultura Cristã e a Sociedade Bíblica do Brasil poderiam deixar isso mais bem explicitado para o consumidor. Não estou dizendo que elas deliberadamente estejam induzindo os crentes a erro. Porém, irmãos reformados com quem tenho conversado, e que têm ou desejam ter aquela obra,  surpreendem-se quando lhes informo sobre tal fato. Fica óbvio que a denominação Bíblia de Estudo de Genebra os induz a acharem que se trata mesmo da edição vernácula da Bíblia de Genebra. Por outro lado, a Wikipédia em português tem ajudado a aumentar a confusão com este texto equívoco aqui.

Ainda assim, a despeito desse meu senão, essa bíblia comentada da Cultura Cristã/SBB parece ser, de fato, uma interessante opção de compra, dada a sua aceitação por teólogos reformados como o batista Franklin Ferreira, que fez uma resenha elogiosa do livro, a qual pode ser acessada aqui. Mas, ainda assim, confesso que gostaria muito de um dia ver publicada em nosso idioma a Bíblia de Genebra sem aspas. 😉

ATUALIZADO (01/02/2013 ÀS 8H59)


Jan Hus

Acima, vídeo daquele que, junto com os padres Girolamo Savonarola (italiano, 1452-1498) e John Wycliffe (inglês, 1328-1384), foi um dos maiores percursores do grande movimento chamado Reforma Protestante, iniciada pelo monge agostiniano alemão Martinho Lutero no século XVI de nossa era. Mais informações sobre Hus podem ser obtidas clicando-se aqui.

ATUALIZAÇÃO (15/12/2012, 12:37):  Uma frase de Jan Hus para a nossa reflexão: “Eles pensavam poder abafar e vencer a verdade, que é sempre vitoriosa, ignorando que a própria essência da verdade é que, quanto mais quisermos comprimi-la, mais ela cresce e se eleva.”


Martinho Lutero

Abaixo, um vídeo completo sobre o monge alemão que liderou a Reforma Protestante do século XVI, movimento cuja influência e legado se fazem sentir até hoje. Trata-se de um filme antigo, ainda em preto e branco, mas muito fiel aos fatos históricos. Louvado seja Deus pela vida deste servo que Ele usou de forma tão grandiosa, para glória de Seu nome e edificação da Sua igreja!

Homens como Lutero, Calvino, Zwinglio, Knox e tantos outros mestres foram verdadeiros dons do Altíssimo para a Sua igreja (Ef 4.11). Que os honremos como tal, pois.


Pregação expositiva, sermões bíblicos

O Pr. Russell Shedd (fundador das Edições Vida Nova e ex-professor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo) dá-nos aqui preciosas lições sobre a pregação expositiva, a qual, infelizmente, está cada vez mais fora de moda nas igrejas evangélicas contemporâneas. Até mesmo entre as denominações oriundas da Reforma Protestante (movimento que tanto contribuiu para o resgate daquela), tal pregação escasseia dos seus púlpitos. A moda atual são as preleções de auto-ajuda, palestras temáticas, muitas vezes com recursos audio-visuais, conteúdo de auto-ajuda, apelo à psicologia secular, uso de truques de manipulação da oratória profana etc. Por tudo isso, vale a pena prestarmos atenção à breve mas instrutiva aula do Dr. Shedd sobre a pregação expositiva, a pregação bíblica por excelência:


Como abracei as doutrinas da graça

Vitral com Calvino

Vitral com imagem de João Calvino. Créditos: slinkstercat (sob Creative Commons).

No texto de hoje pretendo discorrer sobre o que me levou a aderir ao sistema teológico conhecido como calvinismo, palavra tão antipática à grande maioria dos cristãos de nosso País, sejam eles evangélicos ou católicos. Calvinismo que, no Brasil, jamais gozou do prestígio que já teve em outros lugares e momentos históricos (e.g., Grã-Bretanha e EUA da era puritana, por volta dos séculos XVII e XVIII), e que é amiúde mal compreendido e detratado por muitos crentes. Entre eles se incluem até certos professores de instituições teológicas, os quais preferem caricaturizar esse sistema teológico, apegar-se a interpretações subjetivas e arbitrárias das Escrituras e ignorar deliberadamente até a própria história de suas denominações.

Criado no ramo arminiano de um dos arraiais evangélicos brasileiros, também nutria meus preconceitos em relação ao calvinismo. Lembro-me bem de um livro que li na minha adolescência a respeito da doutrina da predestinação, de autoria do assembleiano Severino Pedro (CPAD). Os argumentos do escritor pentecostalista reforçaram o meu repúdio a um sistema que, no meu entendimento, ofendia à inteligência e atentava contra a própria Bíblia. Aderi de vez então ao arminianismo (na verdade, semi-pelagianismo) ali defendido.

Todavia, isso não quer dizer que todas as minhas dúvidas foram respondidas. Uma das coisas que me inquietou por muito tempo foi a questão da salvação daqueles que jamais tiveram uma oportunidade de ouvirem a mensagem evangélica: qual seria o destino final deles depois da morte? Seria justo condená-los eternamente às chamas do Inferno? Passagens como  Rm 2.11-16 não me satisfaziam — como, aliás, não satisfazem a crente algum que tenha audácia bastante para querer impor limites à soberania de Deus, como eu naquela época e como muitos e muitos ainda hoje.

Porém, uma grande crise espiritual que se abateu no início da minha juventude e que me levou por fim à minha real conversão forçou-me a um lento, tumultuado e doloroso processo de reformulação da minha teologia. O primeiro golpe foi a descoberta da incompatibilidade do pentecostalismo com o ensino ineludível do Livro Santo, o que me fez buscar, em oração, uma igreja na linha tradicional. O segundo, a doutrina da perseverança final dos fieis (mas sem ainda abandonar o livre arbítrio arminiano; deixei de ser arminiano para ser arminianista…). O terceiro, o abandono do pré-milenismo pré-tribulacionalista, tanto por considerações exegéticas quanto históricas (tal visão escatológica tem sua origem numa suposta profecia de Margareth MacLeod, irvingita que viveu no século retrasado). Por fim, meu ponto de vista acerca do livre arbítrio, como propugnado por Jacobus Arminius, John Wesley e outros, e isso de uma forma surpreendente.

Por meio de uma tia, então pastora da Igreja do Evangelho Quadrangular, tive contato com um comentário sobre Romanos por Russell Norman Champlin. Trata-se de um autor que hoje considero heterodoxo e cujos escritos recomendo que sejam lidos com o devido cuidado. Porém, ao tratar do capítulo 9 da mais famosa epístola do apóstolo Paulo, Champlin demonstra cabalmente, mediante exegese muito sólida, que aquela passagem quer dizer… exatamente o que diz: que Deus predestinou uns para a salvação e outros para a perdição, e que é descabida petulância do vaso querer questionar o oleiro que o moldou.

Seguiu-se ainda um período de relutância, confesso. Contudo, ao prosseguir nos meus estudos da Bíblia, mais e mais ficava claro para mim que, como Charles H. Spurgeon dizia, calvinismo nada mais é do que o próprio Evangelho. Acrescento eu que o termo “calvinismo”, na verdade, surgiu pelo fato de os seguidores de João Calvino constituírem o único ramo da Reforma a se manter fiel ao ensino escriturístico sobre antropologia, soteriologia e hamartiologia.

E aproveito o ensejo para lembrar que Martinho Lutero também sustentava a doutrina da predestinação, e escreveu mais sobre o tema do que o próprio reformador de Genebra — para surpresa de muita gente. Predestinação que, por sinal, já havia sido ensinada antes por Agostinho de Hipona e, depois da Reforma Protestante, também por vultos como John Owen, Charles Hodge, John Gill, Abraham Kuyper e B. B. Warfield. Ao fazerem isso, porém, só estavam adotando e se submetendo à mesma posição do apóstolo Paulo e do próprio Senhor Jesus Cristo, “em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência” (Cl 2.3). Sobre esse último ponto, aconselho o leitor a ler a Teologia Sistemática de Vincent Cheung, disponível na internet, em que o autor fornece irrefutável embasamento bíblico sobre a questão, e-book que pode ser acessado aqui (v. em especial as págs. 153 ss).

Porém, a gota d’água que me fez convencer de que realmente as doutrinas da graça soberana conhecidas como calvinismo estavam em harmonia com as Sagradas Escrituras foi a minha reflexão sobre Gênesis 2.17. Lemos ali que o Senhor advertiu ao primeiro homem que esse morreria no dia em que comesse o fruto proibido. Adão realmente o comeu (Gn 3), mas não morreu “no dia” — quer dizer, não fisicamente (isso apenas viria anos depois – Gn 5.5). Concluí que a morte ali era a morte espiritual, da qual a morte física era consequência. Essa reflexão, em conjunto com Efésios 2.1ss e outras passagens, firmou a minha convicção de que a doutrina da depravação total do homem não foi inventada por João Calvino, mas é o que a Bíblia toda em seu conjunto inequivocamente ensina, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Ficou explícito que, por si só, nenhum ser humano pode, de moto próprio, vir a Deus, e que é esse quem toma toda a iniciativa no processo, dando até a própria fé com que o fiel crê salvificamente (Ef 2.8; Fp 2.12; Hb 12.2).

Verdade profundamente humilhante ao ego, mas à qual devemos todos nos submeter, deixando de lado nossos preconceitos teológicos e ideias preconcebidas. Afinal, gostem ou não, cristãos arminianos que são ortodoxos em relação às demais verdades escriturísticas têm que aceitar o que se lê em passagens como 1 Samuel 15.3, não é mesmo? A doutrina da soberania divina não pode ser motivo de escândalo para o salvo: “Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu, o SENHOR, faço todas estas coisas. … Ai daquele que contende com o seu Criador! o caco entre outros cacos de barro! Porventura dirá o barro ao que o formou: Que fazes? ou a tua obra: Não tens mãos?” (Isaías 45.7,9).

Finalizo este artigo com o bem conhecido trecho de Romanos 11.33-36, trecho que, por sinal, é um hino de adoração Àquele que é o Autor da salvação: “O profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Porque quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém”.


Cheung e a ordenação pastoral

A graça e a paz do Senhor Jesus aos irmãos leitores!

No texto de hoje questiono a ousada posição do teólogo sino-americano Vincent Cheung em seu artigo Ordenação e Tradição Humana (q.v.), no qual defende não haver nada na Bíblia em contrário a uma ordenação que seja coisa entre um irmão, convencido do chamado e preparo para o pastorado, e o Deus Altíssimo. Cheung chega mesmo a tachar de tradição humana a posição corrente nas denominações cristãs históricas a respeito da matéria, condenando-as fortemente. Nega, assim, ter respaldo escriturístico a exigência de a Igreja exercer papel no processo de ordenação ministerial.

É verdade sim que houve períodos na História Sagrada em que, dada a grande corrupção da classe sacerdotal no Antigo Israel, o Senhor levantou homens de fora da tribo de Levi, como na época dos Juízes e, posteriormente, no profetismo iniciado por Elias, para fazer a mediação entre Ele e Seu povo. Fora do período abrangido pelo relato bíblico, temos outro exemplo no tempo da Reforma Protestante. Nessa época, com o cristianismo professante, em larga medida, infectado pela chaga da apostasia e se opondo ferozmente às vozes que contra ele se erguiam, homens de fora do clero corrompido, como Calvino, foram constituídos líderes para conduzir a Igreja de volta à Sã Doutrina e libertá-la do fermento do legalismo e da superstição romana.

Poderíamos também incluir aí, certamente, o que se verifica em sociedades totalitárias do tipo stalinista, com severíssima perseguição à manifestação religiosa (como ainda ocorre na Coreia do Norte), onde não se poderia cogitar em uma ordenação de indivíduos ao ministério pela Igreja, posto igualmente não haver condições mínimas para o funcionamento normal dessa.

Todavia, no atual Ocidente, apesar dos muitos pesares, não consigo perceber como alguém não conseguiria espaço ao menos em alguma igreja séria e ortodoxa (que, gostemos ou não, na atualidade sempre estará num contexto denominacional) para exercer os dons que Deus lhe deu, a ponto tal de se cogitar uma ordenação efetuada entre a pessoa e Ele. Afinal, isso diz respeito também ao próprio propósito de Deus no estabelecimento de Sua igreja (Mt 16.18,19), e a ela é que são dados pastores (Ef 4.11). Pastores que, é bom lembrar, devem estar sujeitos a instâncias da igreja (1Tm 5.19-22): Calvino e outros reformadores se colocavam debaixo dessas, como sabemos.

Além disso, não pode haver dúvidas de que as epístolas de 1 Timóteo e Tito, ao tratarem da separação/ordenação de alguém para o ministério, têm em vista o contexto eclesiástico. E será que é à toa que, justamente em 1 Tm 3, ao tratar dos critérios exigidos para os postulantes ao episcopado (e que deveriam nortear o jovem ministro Timóteo na escolha deles), o apóstolo evoque isto no v. 15: “… para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja de Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade”? Não constitui tudo isso em evidência de que é preciso a ordenação pela igreja?

É louvável a preocupação do teólogo com eventuais acréscimos ou desvios da doutrina promovidos por denominações. Por mais bem-intencionados que sejam, são sempre perigosos. Mas isso de maneira alguma sanciona tal postura de independência, e o que Vincent Cheung escreve ali não serve de prova conclusiva:

“Marcos 9 nos diz que um homem estava expulsando demônios em nome de Jesus, mas os discípulos disseram-lhe para parar de fazê-lo por não ser um deles. Jesus respondeu: “Não o impeçam. Ninguém que faça um milagre em meu nome, pode falar mal de mim logo em seguida, pois quem não é contra nós está a nosso favor”. Quem ordenou a essa pessoa? Por mãos de quem Deus conferiu dons espirituais a esse homem? Nem mesmo Jesus na Terra fez isso. Mas Deus no céu o fez, e aparentemente sem qualquer agência ou aprovação humana.”

Será que não foi mesmo Jesus quem conferiu dons a tal homem? Não há registro bíblico confirmando, mas também não o há negando. O trecho de Mc 9.38-40 não vai além do relato de que havia alguém de fora do círculo dos Doze que operava milagres (o próprio Cheung critica duramente quem extrapola o texto claro das Escrituras e mistura a esse suas próprias ideias, não?) Inferir daí que seja legítima uma ordenação como a que ele julga ser lícita é querer dizer mais do que o trecho em tela diz. Por outro lado, os episódios de Mc 14.14-16 e Lc 19.28-34 dão a entender que o Mestre mantinha sim contato com pessoas que os Doze desconheciam, o que é perfeitamente compreensível e natural (isso é coisa pra lá de corriqueira nas relações humanas).

Ademais, espanta-me que o próprio Cheung, em outro livro seu, reconheça que há mesmo passagens nos Evangelhos que devam ser entendidas à luz do contexto específico do ministério de Cristo na terra. Tome-se este exemplo de “Piedade com Contentamento”:

“Voltando à pessoa em nossa passagem, Jesus lhe diz: “As raposas têm suas tocas e as aves do céu têm seus ninhos, mas o Filho do homem não tem onde repousar a cabeça” (Lucas 9:58). Não podemos saber precisamente o que esse indivíduo tinha em mente quando se ofereceu para seguir a Jesus, mas parece que ele não estava preparado para adotar o estilo de vida que era imposto para alguém ser um discípulo de Jesus naquela época. Jesus lhe diz que não tem um lar próprio em suas viagens, e que deve depender da hospitalidade e do apoio de outros. Tornar-se um seguidor de Jesus necessariamente significaria sujeitar-se a si próprio a essa difícil maneira de viver.”

Para concluir, termino o meu artigo com aquele bem conhecido refrão de Apocalipse 2 e 3: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas”. Louvado seja nosso gracioso Deus, que ainda usa as igrejas, mesmo que imperfeitas e falhas, como portadoras de Sua mensagem para os fiéis!


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