Amar

Dois bebês abraçados

Cortesia da imagem: FreeDigitalPhotos.net

Segundo o falecido gramático Napoleão Mendes de Almeida, os verbos irregulares de qualquer língua são verbos “estragados” porque são os mais usados na fala. Logicamente, os regulares são, pois, os menos usados.

E não é que o verbo amar, nas línguas que eu conheço (inglês, francês, alemão, espanhol e o próprio português), são todos regulares?

Há uma história curiosa contada pelo também falecido publicitário Carlito Maia, a respeito da origem do lema da bandeira nacional, “ordem e progresso”. Segundo ele, a princípio, a divisa (de origem positivista) era para ter sido “amor, ordem e progresso”. Mas os militares que instauraram a República no Brasil mandaram cortar “amor” do lema, porque o nosso País é “terra de macho” (!)

Se para este mundo que jaz no Maligno (1 João 5.19) o verbo “amar” é pouco frequente no uso cotidiano (e deturpado em seu sentido quando empregado) todavia, ele deveria ser mais frequente na conversação entre os irmãos em Cristo, pois que esse nos diz: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (João 13.35,36). E o apóstolo João nos diz em que esse amor deve consistir : “Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade” (1Jo 3.18).

ATUALIZADO (05/08/12)

 

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2 respostas para “Amar

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